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Cactos na rota da Gastronomia Sustentável Mundial

A recomendação da FAO, Agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação, é de que o cactos deve ser visto como um ativo valioso para alimentação humana. As folhas dos cactos retém até 180 toneladas de água por hectare.

Muitas espécies de cactos não são comestíveis, mas a subespécie Opuntia- ficus-indica tem origem agrícola e é cultivada em 26 países. A FAO classifica como fruta os cactos originário do México. No Brasil são mais de 500 mil hectares plantados de cactos para servir como alimento para o gado. No mundo é comum a colheita de mais de 20 toneladas, para consumo humano, em países como Israel, a Itália e de 50 toneladas no México.

Na Sicilia, sul da Itália, os cactos já são vistos em pratos gourmet nos restaurantes.

A resistência do cactos é mundialmente conhecida e visto como "alimento de último recurso". Segundo Ali Nefzaoui, pesquisar do ICarda, Centro Internacional para Pesquisa Agrícola em Áreas Secas, na Tunísia o cacto é "uma das culturas mais proeminentes para o século 21".

Fonte: Valor Econômico

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